Mário Bittencourt deixa o comando do futebol tricolor

Sem aprovação de Celso Barros e autonomia para tomar decisões, advogado volta a ser apenas colaborador

O saldo negativo no primeiro semestre tricolor já provoca as primeiras mudanças no departamento de futebol do Fluminense. Depois de comandar o clube nos últimos dois meses, quando acumulou a função de gestor do elenco, o assessor da presidência, Mário Bittencourt, comunicou sua saída do cargo ao presidente Peter Siemsen. A atitude do dirigente, responsável por decisões importantes nas Laranjeiras, abre caminho para a tão aguardada confirmação de Sandro Lima para ocupar o cargo de vice-presidente de futebol, fato que deve ser confirmado ainda esta semana.

Em quase dois meses no futebol do clube, Mário Bittencourt tomou decisões importantes e polêmicas. A principal delas foi o afastamento do atacante Emerson na véspera de um jogo decisivo do time pela Copa Santander Libertadores. Em Buenos Aires, o Sheik cantou uma música que fazia referência ao rival Flamengo e o dirigente tirou o jogador da delegação.

Apesar da demonstração de poder no episódio, a principal reclamação de Mário era a falta de autonomia dentro do departamento de futebol. Sem contar com a aprovação do presidente da patrocinadora, Celso Barros, o dirigente não quer apenas ocupar um cargo político e preferiu sair.

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