Para os jogadores, trauma do último jogo entre Coritiba e Flu é passado

A delegação alviverde prefere recordar o momento atual da equipe e esquecer o episódio que “manchou” a história do clube

Novamente o Coritiba recebe o Fluminense no Estádio do Couto Pereira. Um fato que poderia ser comum, mas a história dos dois times é marcada por um jogo trágico: A última rodada do Brasileirão de 2009, quando as duas equipes lutavam para não serem rebaixadas.

O resultado de 2 a 2 salvou o time carioca, derrubou o Coritiba e gerou uma onda de violência no campo. Torcedores invadiram o gramado, com agressão a jogadores e uma batalha com os policiais. O resultado foi o exílio do Coritiba de seu estádio, além de um trauma que a equipe alviverde nunca mais esqueceu.

Ou nunca mais deixaram esquecer, pois com a partida prevista para o próximo sábado, o assunto voltou à tona. Fato que o elenco do Coritiba evita falar. Para os atletas da atualidade, o passado recente não interfere na preparação.

O zagueiro Pereira, que estava no elenco coxa-branca no fatídico dia, prefere esquecer esse dia.

– São duas grandes equipes. Não tem que se resumir ao incidente. Foi uma partida só, que foi decisiva e já passou. Agora é outra situação – afirma, com poucas palavras.

Para o zagueiro, o que importa é a força do adversário. Ele aguarda um jogo equilibrado e bem disputado.

– Mais um jogo. É um jogo difícil, mas precisamos fazer o dever de casa. Mudou muita coisa depois daquilo – completa Pereira.

O meia Tcheco retornou ao Coritiba quando o time já disputava a série B, no ano passado. Para  ele, as consequênciasE do dia são lições, mas que também ficaram para trás.

– É um jogo que pode relembrar em termos de memória, mas agora é outro momento. Depois daquilo, o Coritiba conseguiu se fortalecer e conquistar títulos. Assim como o Fluminense, que ganhou o Brasileirão. Os dois times almejam uma Libertadores e isso é mais importante – declara Tcheco.

A própria comissão técnica admite que o fato não influencia na preparação ou no psicológico dos jogadores. O técnico Marcelo Oliveira prefere conversar com seus atletas sobre o Fluminense atual e a tática que será usada em campo.

– Não me importa muito. Acho que é uma nova história. A preocupação é o bom time do Fluminense e da necessidade que a gente tem de recuperação e de criar uma situação nova no campeonato – conclui o treinador do Coritiba.

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